Seção 8.1
Tecnologia
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Texto desta faixa (roteiro locutado)
Eixo Estratégico Tecnologia.
O Distrito Federal pode se tornar a capital da GovTech brasileira, aproveitando a concentração de servidores públicos e universidades para liderar a transformação digital do Estado.
Panorama atual: segundo o Panorama do DF 2026, 98 por cento dos serviços públicos estão disponíveis digitalmente no portal e‑GDF. A integração entre secretarias é incipiente; apenas 30 por cento dos dados governamentais estão em formato aberto. O CODESE‑DF pretende submeter 100 por cento das novas tecnologias, como reconhecimento facial e inteligência artificial preditiva, a avaliações prévias de impacto e ética, e promover acesso a ferramentas tecnológicas por organizações da sociedade civil até 2030.
Disparidades territoriais: existe desigualdade digital entre regiões administrativas, com cobertura de internet crítica em áreas como Estrutural, Paranoá e Fercal, que exigem criação urgente de pontos de acesso público. Uso de smartphone por RA em 2024: Fercal 41,0 por cento; SCIA/Estrutural 52,1 por cento; Paranoá 68,8 por cento; Recanto das Emas 77,5 por cento; Samambaia 84,7 por cento; Ceilândia 86,4 por cento; Taguatinga 93,8 por cento; Águas Claras 96,0 por cento; Plano Piloto 98,5 por cento; Lago Sul 99,1 por cento.
Conexão com a Agenda 2030: a Câmara Técnica de Tecnologia vincula suas metas aos ODS, destacando: ODS 4 Educação de Qualidade pela inclusão digital e capacitação; ODS 9 Indústria, Inovação e Infraestrutura pelo desenvolvimento de conectividade e transformação digital do governo; ODS 10 Redução das Desigualdades pela expansão do acesso à internet em áreas vulneráveis; ODS 16 Paz, Justiça e Instituições Eficazes pela digitalização que aumenta transparência e eficiência.
Metas e ações estratégicas — perspectiva Resultados para a Sociedade.
Objetivo: reduzir desigualdades territoriais e sociais no DF. Meta: reduzir em 30 por cento a desigualdade digital entre RAs do DF e na RIDE até 2028, ampliando conectividade nas regiões de menor IDH. Ações estruturantes: expansão de conectividade 5G e Wi‑Fi público nas RAs de menor IDH; hub de IA e data centers REDATA. Ações de curto prazo: mapear no Estado de Governança Digital as 10 RAs com menor cobertura digital e publicar diagnóstico até janeiro de 2027; instalar 20 pontos Wi‑Fi em RAs prioritárias até junho de 2027.
Objetivo: ampliar qualidade de vida, bem‑estar e atração de empresas de tecnologia para o DF. Meta: aumentar em 30 por cento a atração de empresas de tecnologia para o DF até 2028. Ações estruturantes: aprovar legislação de incentivos fiscais para startups e empresas de TI; zona de livre comércio digital; deduções para investimento em P&D; constituir veículos de financiamento e investimento, inclusive via SEBRAE‑DF e fundos que aproveitem multas judiciais. Ações de curto prazo: elaborar projeto de lei de incentivos fiscais até junho de 2027; mapear empresas de TI até 2026; indicar mudanças na Nota Legal até outubro de 2027; constituir veículo de investimento do SEBRAE‑DF até abril de 2027.
Objetivo: melhorar mobilidade e integração metropolitana do DF e RIDE. Meta: fornecer 100 por cento dos serviços públicos digitalizados nos setores essenciais e reduzir em 40 por cento o tempo médio de atendimento até 2030. Ações estruturantes: transformação digital integrada, incluindo Prontuário Eletrônico Único do DF, expansão de telemedicina e uso de IA para triagem diagnóstica. Ações de curto prazo: implantar ações de saúde digital para desenvolvimento efetivo da transformação digital; implantar Prontuário Eletrônico Único nas unidades básicas de saúde das cinco RAs mais populosas até 2027; implantar cinco polos de telemedicina em áreas prioritárias.
Ampliar plataformas digitais e contratação pública inovadora. Contratar plataforma de agendamento digital para todas as UBSs até dezembro de 2026 e implantar em Sobradinho até dezembro de 2027. Contratar plataforma de mobilidade integrada para a DFTRANS até dezembro de 2027.
Inserir 10 mil profissionais qualificados em tecnologia na RIDE até junho de 2030 e 20 mil até 2040. Apoiar mil startups via CPSI, encomenda tecnológica e diálogo competitivo. Realizar cem contratações públicas de soluções digitais e inovadoras no primeiro ano de governo. Direcionar 1 por cento do PIB do Distrito Federal em pesquisa e desenvolvimento até 2030. Integrar todas as secretarias do GDF a instrumentos inovadores de contratação pública.
Criar e consolidar o Smart DF: reduzir em 25 por cento o tempo médio de deslocamento urbano até 2028; implantar piloto de semáforos inteligentes no corredor Eixão Sul até 2027; ampliar serviços de mobilidade inovadores em cinco corredores viários até 2030; criar Centro Integrado de Operações IoT de trânsito e Sandbox de logística autônoma.
Fortalecer o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação. Criar Fundo Garantidor com apoio do BRB; estruturar fundo específico com BRB como agente financeiro prioritário; criar linhas de crédito para startups, empresas de base tecnológica e projetos inovadores. Posicionar o BRB como banco prioritário de fomento à inovação, integrando parceiros institucionais como BIOTIC, GDF, FAPDF e universidades. Estabelecer critérios de acompanhamento de resultados e geração de empregos qualificados.
Gerar emprego, renda e oportunidades: ranquear o DF entre as dez cidades mais inovadoras da América Latina até 2030; criar Distrito de Inovação Tech Hub e IA de Brasília; criar Hub CETRAD para economia criativa e startups; criar Fundo Soberano de Inovação do DF; atrair 50 empresas globais de TI ao Distrito; publicar legislação do Distrito de Inovação até junho de 2027; promover missões internacionais e captação de fundos privados.
Preservar o patrimônio cultural e urbanístico de Brasília. Digitalizar 100 por cento do patrimônio e implantar plataforma 3D e realidade aumentada até 2028. Instalar sensores IoT em áreas tombadas e implantar sistema de monitoramento e alerta com IA para obras irregulares até junho de 2028. Implementar plataforma digital 3D de preservação histórica e promover financiamento coletivo para restauração.
Processos e tecnologia — implantar inteligência de dados e IA para escuta ativa e gestão pública. Implementar 100 por cento dos serviços públicos integrados em plataforma única e interoperável até 2028; eliminar 80 por cento dos silos de dados nos órgãos do GDF até 2030; publicar política de dados abertos e criar comitê de governança até 2027; contratar API gateway para integração de sistemas até 2028; publicar política de dados abertos do GDF até março de 2026.
Integrar sistemas, dados e serviços públicos para reduzir em 35 por cento o tempo de resposta a demandas cidadãs até 2027. Implementar plataforma de IA para escuta ativa e gestão pública, processando 60 por cento das escutas e análises de dados públicos até 2029. Implantar painel de IA para monitoramento de gasto público em tempo real em cinco secretarias até 2028 e lançar painel em dezembro de 2026. Implantar chatbot inteligente em serviços de alta demanda até 2027.
Redesenhar canais digitais com acessibilidade e desenho universal. Digitalizar 100 por cento dos públicos-alvo até 2030; implementar WCAG 2.1 em todos os portais do GDF até 2028; implementar identidade digital única do cidadão Nível A do DF e piloto de identidade digital com 100 mil usuários até dezembro de 2026; redesenhar dez serviços públicos prioritários com UX acessível e linguagem simples até 2027.
Implantar inteligência de dados e IA para gestão territorial. Consolidar 100 por cento das secretarias usando GIS integrado até 2028; criar geoportal único do DF e Sandbox de Dados territoriais até 2027; implementar Plataforma GIS Integrado do DF (geoportal) e contratar plataforma GIS para cinco secretarias de maior impacto territorial; integrar cadastros imobiliários de todas as regiões administrativas ao sistema até dezembro de 2026.
Implantar gestão georreferenciada e planejamento territorial integrado: implantar conectividade 5G em 100% das regiões administrativas até 2028; ampliar 5G e fibra ótica em Brasília (Plano Piloto e Taguatinga) até 2027; criar Centro Integrado Smart DF e implantar 30 pontos de IoT urbano em escala; implantar monitoramento IoT em corredores urbanos críticos e logística autônoma (drones e veículos autônomos) até 2030; expandir Sandbox de Logística Autônoma e iniciar piloto de iluminação pública inteligente em duas regiões administrativas com redução de 20 por cento no consumo até 2028 e iniciar pilotos em três RAs até dezembro de 2026.
Inteligência de dados e IA: formalizar parcerias com universidades e centros de pesquisa; estabelecer acordos de cooperação técnica com empresas estatais; criar vagas de aprendizagem vinculadas a programas de prevenção tecnológica para jovens; publicar o primeiro Relatório Anual de Tecnologia e Segurança com inventário de sistemas e custos; integrar inteligência de dados e IA para escuta ativa e gestão pública em 100 por cento dos programas estratégicos até dezembro de 2027.
Modernizar infraestrutura logística, conectividade e Smart Cities: integrar 100 por cento do Ecossistema de Inovação ou Modelo de Hélice Quádrupla (Governo, Academia, Indústria e Sociedade) em sincronia; consolidar ecossistema de inovação e empreendedorismo para reter talentos no DF; transformar o Parque Tecnológico em Zona Franca de Testes e Sandbox Regulatório para startups até 2027; aumentar subsídios diretos simplificados para microempresas contratarem serviços de consultoria com foco em tecnologia digital, e-commerce e gestão em nuvem até janeiro de 2028; levar internet e infraestrutura tecnológica a 100 por cento das escolas rurais até janeiro de 2028; expandir linha de fomento da FAPDF exclusiva para projetos com patente ou prova de conceito.
Objetivos e metas de inovação: aumentar em 40 por cento a participação do setor de TI no PIB do DF até 2030; fomentar emissão de 200 patentes locais registradas via BioTIC/CETRAD até 2028; consolidar observatórios do ecossistema inovador com mapeamentos e P&D do DF; implantar gestão georreferenciada e aumentar participação do setor de TI no PIB; promover Ecossistema Startups e DeepTechs com BioTIC e CETRAD como polos de transferência tecnológica; CPSI como mecanismo de aquisição.
Ações de curto prazo: firmar convênio BioTIC-CETRAD para transferência de tecnologia com meta de dez contratos por ano até 2027; realizar Hackathon DF Inova com 300 participantes e cinco contratadas, e outro até outubro de 2027.
Reformular canais digitais com acessibilidade: substituir 100 por cento dos processos administrativos físicos por fluxos digitais auditáveis na SSP-DF até 2028; aplicar tecnologia para gestão de resíduos, ativos físicos e resíduos ambientais em unidades prisionais e áreas de segurança; inventariar passivo de tecnologias obsoletas e planejar descarte ecológico conforme LGPD; implementar intervenções rápidas de “urbanismo tático” em cinco áreas auditadas, medindo impacto da revitalização física na segurança.
Integrar tecnologia, inovação e sustentabilidade: aplicar 100 por cento de tecnologia à gestão de resíduos, ativos ambientais, cadeias sustentáveis e novos modelos econômicos até 2030; preparar alunos para conhecerem Tecnologias Emergentes e IA, incluindo módulos de TI Verde e Sustentabilidade nos currículos das 11 escolas técnicas do DF, aproveitando editais de atualização de cursos; implementar sistemas de gestão de resíduos em escolas públicas usando dados gerados como material didático; reorganizar currículos de escolas técnicas e Centros de Tecnologia com foco em Sustentabilidade e Digital; promover uso de dados nas escolas rurais para otimizar cultivo, economizando água e solo.
Valorizar e modernizar a cultura administrativa do DF e formar talentos digitais. Meta: capacitar 50.000 servidores e profissionais em tecnologia e inovação até 2040; tornar o DF maior polo formador de talentos digitais do Brasil até 2030. Ações: Programa DF Digital Skills com formação em dados e IA até 2028; bootcamps massivos com empresas e EAPE/UnB para 500 servidores até 2027; firmar cinco parcerias com empresas de TI e ofertar até dez bootcamps públicos gratuitos até setembro de 2027; inserir técnicas de dados e IA na grade do ensino fundamental e técnico; fomentar formação em residência em empresas e startups; viabilizar bolsas de residência e LLMs open source para o processo educativo.
Saúde mental, bem-estar e ambientes institucionais saudáveis. Meta: reduzir em 30 por cento o turnover de servidores de TI até 2028; aumentar em 50 por cento a satisfação do servidor com o ambiente de trabalho digital até 2027. Ações: criar carreira de gestor de inovação pública; implantar reconhecimento por inovação; elaborar Plano de Carreira de Gestor de Inovação Pública do GDF até 2027; implantar programa de indução digital obrigatório (mínimo 40 horas) para novos servidores até novembro de 2027.
Desenvolver competências em dados, IA, inovação e gestão por resultados. Meta: aumentar em 30 por cento o número de formandos em cursos de TI e tecnologia até 2028; fomentar cem parcerias empresa-escola até 2027. Ações: inserir programação e IA no currículo do ensino fundamental e técnico; disciplina de programação e pensamento computacional em vinte escolas piloto até 2027; firmar dez parcerias EAPE-empresas para bootcamps até 2028; firmar vinte parcerias empresa-escola para bootcamps até setembro de 2027; aderir a programas de fomento à educação com empresas de IA e cybersecurity como requisitos.
Governança: fortalecer integração regional e institucional. Metas: criar Conselho Estratégico de Tecnologia e Inovação do DF até 2027; elevar índice de maturidade digital do GDF acima de 70 por cento até 2030; criar Núcleo Distrital de Ética e Inovação em IA; lançar Observatório de Inovação do DF até dezembro de 2026; publicar decreto de criação do Conselho Estratégico de TI até 2027.
Participação cidadã e transparência. Metas: aumentar em 50 por cento o engajamento cidadão em plataformas digitais até 2027; tornar 100 por cento dos dados públicos acessíveis online até 2027; implantar painel de metas do plano de governo monitorado em painel digital público até 2026; decisões baseadas em dados em 80 por cento dos processos até 2028. Ações: lançar plataforma de e-democracia com análise por IA e dez mil usuários ativos até 2027; atualizar portal e painel de dados abertos com publicação mensal e linguagem acessível até 2028; implantar painel BI integrado nas cinco secretarias de maior impacto orçamentário e publicar relatórios semestrais de desempenho.
Cibersegurança, integridade e compliance. Metas: reduzir em 40 por cento fraudes detectadas via IA até 2028; elevar índice de maturidade de cibersegurança do GDF acima de nível 3 (NIST) até 2028; implantar auditoria semiautomática e sistema de auditoria automática de contratos nas três maiores secretarias até dezembro de 2027. Ações: implantar Sandbox de Cibersegurança do GDF; publicar política de cibersegurança e adequação à LGPD para órgãos do GDF até 2027.
Governança de longo prazo e parcerias. Metas: firmar 50 parcerias ativas com empresas globais e instituições de pesquisa até 2028; realizar cinco programas de cooperação técnica internacional em tecnologia até 2027. Ações: reunir a tríplice hélice (governo-empresa-academia); assinar cinco parcerias estratégicas com empresas de TI e universidades até 2027; realizar missão de cooperação internacional em GovTech; atrair empresas globais de TI; viabilizar centros EMBRAPII e agência de fomento vocacionada ao DF.
Estimular monetização de ativos ambientais e economia circular. Criar Fundo Soberano de Inovação do Distrito Federal com meta de 500 milhões de reais até 2027; destinar 1% do orçamento anual do GDF para P&D e inovação; elaborar e enviar projeto de lei do Fundo de Inovação do DF à Câmara Legislativa; tornar editais da FAP-DF mais abrangentes, extrapolando o foco acadêmico; identificar rubricas do orçamento para investimento em soluções inovadoras; usar de forma eficiente o Fundo Constitucional para TI no PPA 2026–2029; identificar alternativas orçamentárias e adotar modalidades de financiamento coletivo até março de 2027.
Objetivo estratégico: mais investimento para negócios locais. Usar eficientemente o Fundo Constitucional para atrair investimento em PPPs de tecnologia e conectividade. Meta de captar 1 bilhão de reais em PPPs até 2028 para infraestrutura digital, atraindo grandes empresas globais de TI e criando incentivos tributários para instalação de operações no DF. Criar modelagem de PPPs e publicar chamamento público para PPP de conectividade até 2027; credenciar plataformas de financiamento coletivo no DF até julho de 2027; realizar road show de investimentos em TI com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico até dezembro de 2027.
Financiar infraestrutura, mobilidade e polos produtivos: investir 2 bilhões de reais em infraestrutura de conectividade, data centers e polos produtivos de TI até 2030. Incluir no PPA 2026–2029 dotação de 80 milhões de reais para a infraestrutura digital REDATA. Implantar três polos produtivos de TI nas regiões do DF e contratar expansão de fibra óptica em cinco regiões prioritárias até 2028. Estimular ingresso de instituições qualificadoras e incluir agentes qualificadores no fluxo do FCO vocacionado para TIC até julho de 2027.
Transversalidade e alianças estratégicas: a execução depende da articulação com outras Câmaras Técnicas do Plano Estratégico "O DF Que a Gente Quer 2026–2040". A Câmara Técnica de Tecnologia responde por infraestrutura digital, sistemas, dados, conectividade, interoperabilidade, automação e aplicação tecnológica. As interfaces com outras câmaras se dão por agendas compartilhadas, com finalidades e prioridades distintas:
Câmara Técnica de Inovação: finalidade — assegurar continuidade entre desenvolvimento, experimentação e implantação; principais agendas — inteligência artificial, GovTech, Distrito de Inovação, cidades inteligentes, sandboxes, contratação pública, PPPs e empresas tecnológicas.
Câmara Técnica de Educação: finalidade — disponibilizar infraestrutura, conectividade e ferramentas para gestão, ensino, formação e inclusão digital; principais agendas — escolas rurais, internet, equipamentos, formação docente, competências digitais e TI Verde.
Câmara Técnica de Comércio e Serviços: finalidade — ampliar produtividade e competitividade empresarial; principais agendas — e-commerce, nuvem, automação, dados, microempresas e empresas de TI.
Câmara Técnica de Sustentabilidade: finalidade — aplicar tecnologia à gestão ambiental e incorporar critérios ambientais aos ativos tecnológicos; principais agendas — resíduos inteligentes, ativos ambientais, sensores, georreferenciamento, TI Verde e descarte ecológico.
Câmara Técnica de Segurança: finalidade — implantar sistemas, dados e infraestrutura tecnológica para processos de segurança; principais agendas — processos digitais, sensores, georreferenciamento, monitoramento, inteligência artificial e inventário tecnológico.
Câmara Técnica de Cultura e Economia Criativa: finalidade — aplicar tecnologia à circulação, acesso, produção e preservação cultural; principais agendas — corredores culturais, sinalização, iluminação, plataformas, patrimônio digital e acessibilidade.
Câmara Técnica de Habitação e Urbanismo: finalidade — apoiar tecnologicamente planejamento territorial e preservação do patrimônio urbanístico; principais agendas — acervo 3D, realidade aumentada, áreas tombadas, sensores, alertas de IA e geointeligência.
Câmara Técnica de Mobilidade e Infraestrutura: finalidade — integrar conectividade, sensores e sistemas inteligentes às redes e corredores urbanos; principais agendas — Smart DF, 5G, Internet das Coisas, iluminação inteligente, logística e corredores inteligentes.
Câmara Técnica do Eixo Brasília–Goiânia e RIDE: finalidade — estender sistemas, dados e soluções tecnológicas às iniciativas regionais; principais agendas — AgroTech, observatórios, conectividade, cadeias regionais, plataformas e integração territorial.
Delimitação das alianças: as parcerias são colaborativas e se baseiam na complementaridade entre políticas públicas do Plano Estratégico. Cada câmara atua dentro de suas competências temáticas, assegurando implementação integrada, complementar e territorialmente coordenada das políticas, sem sobreposição de atribuições. A configuração fortalece a governança regional e amplia a capacidade de execução das estratégias do DF e da RIDE.