Seção 9.5
Eixo de Tecnologia e Inovação
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Texto desta faixa (roteiro locutado)
Por que o comércio do Riacho Fundo II precisa de investimentos: para fortalecer a atividade econômica da Feira Permanente e da Avenida Jamelão, beneficiando comerciantes e a economia local.
Como: elaborar e aprovar projeto de revitalização da área comercial com calçadas acessíveis, paisagismo, iluminação, estacionamento e segurança; padronizar fachadas; requalificar visualmente; promover apoio e reorganização das atividades comerciais.
Resultados: valorização comercial, receitas sustentáveis, acessibilidade universal e geração de emprego e renda.
Polo de Inovação, Empreendedorismo e Logística da Região Norte — Ponto Seco do Pequi, em Sobradinho, destino longo prazo.
Por que: a Região Norte precisa de massa crítica para se tornar polo de tecnologia e inovação do Distrito Federal; beneficia a população ao direcionar talentos para escolarização e empreendedorismo.
Como: elaborar Plano de Desenvolvimento do Polo definindo vocações e governança; ampliar oferta de educação técnica e tecnológica em parceria com instituições de ensino e setor produtivo; criar programas de incentivo ao empreendedorismo, inovação e startups, micro e pequenas empresas.
Resultados: consolidação de Sobradinho/Região Norte como polo de inovação, tecnologia e empreendedorismo.
Eixo de Tecnologia e Inovação — Radar das RAs, Estrutural, curto prazo.
Objeto: Programa Radar das RAs — Rede de Inteligência Territorial Escolar, usando a rede pública de ensino como infraestrutura permanente de produção de dados, mapeamento participativo e desenvolvimento de tecnologias sociais.
Por que: substituir planejamento de cima para baixo por políticas baseadas em dados e vivências; usar escolas como infraestrutura de inteligência territorial.
Como: implementar “Rua na Sala de Aula” integrando mapeamento territorial às atividades pedagógicas; criar metodologia padronizada de coleta e análise de dados produzidos por estudantes e comunidades; adequar componentes curriculares para cidadania digital, inteligência territorial e tecnologias sociais.
Resultados: aperfeiçoamento de políticas públicas, produção de tecnologia, autonomia dos jovens e mapeamento participativo com soberania digital.
Recanto Interconectado, Recanto das Emas, médio prazo.
Objeto: integrar inteligência artificial, análise de dados, participação cidadã e segurança comunitária para prevenção da criminalidade e gestão pública qualificada.
Por que: aumento da criminalidade e sensação de insegurança; muitas ações reativas.
Como: desenvolver plataforma integrada de inteligência de dados (segurança, iluminação, mobilidade, videomonitoramento e denúncias anônimas); implantar painéis com análise preditiva para gestores; capacitar equipes de segurança em prevenção, escuta ativa, uso ético de dados e atuação humanizada.
Resultados: redução da criminalidade, maior capacidade preventiva, identificação rápida de riscos e ampliação da participação da população.
Sentinelas Ambientais Inteligentes, Recanto das Emas, médio prazo.
Objeto: utilizar sensores de baixo custo, Internet das Coisas, energia solar e plataformas de monitoramento para detectar crimes ambientais em tempo real.
Por que: desmatamento, descarte irregular de resíduos, poluição de córregos e nascentes, queimadas e invasões no território.
Como: desenvolver projeto-piloto com Arduino, sensores e energia solar em pontos estratégicos; integrar monitoramento aos órgãos de fiscalização para gerar alertas em tempo real; promover oficinas de educação tecnológica e ambiental em escolas, formando jovens como agentes de monitoramento.
Resultados: diminuição de queimadas, descarte irregular de resíduos e invasões em áreas ambientalmente protegidas.
Gama Conectado, curto prazo.
Objeto: integrar tecnologia e mobilidade para oferecer informações em tempo real sobre transporte público.
Por que: falta de informação em tempo real sobre linhas e horários provoca atrasos e lotação.
Como: desenvolver aplicativo acessível com informações em tempo real sobre linhas, itinerários e horários; instalar painéis eletrônicos em pontos e terminais; firmar parcerias entre órgãos de mobilidade, tecnologia e iniciativa privada.
Resultados: menor tempo de espera, informações em tempo real e maior previsibilidade das viagens.
Gestão Inteligente de Medicamentos do Distrito Federal — Plano Piloto, curto prazo.
Objeto: integrar tecnologia, inteligência de dados e rastreabilidade para otimizar abastecimento e distribuição de medicamentos na rede pública.
Por que: faltas de medicamentos decorrentes de gestão pouco integrada do estoque à entrega.
Benefício: acesso mais rápido aos medicamentos para usuários da rede pública de saúde do DF.
Implantar sistema único de gestão de medicamentos integrando hospitais, UPAs, UBSs, farmácias e almoxarifados, usando inteligência de dados para prever demanda e sazonalidade e automatizar controle de estoque com códigos de barras, QR Codes ou etiquetas inteligentes. Resultado: rede de abastecimento mais eficiente e integrada, redução da falta de medicamentos e acesso mais rápido.
Programa de Assistência Técnica Digital em Arquitetura e Urbanismo no Itapoã, de curto prazo. Objetivo: ampliar acesso de famílias de baixa renda a projetos de melhoria habitacional, qualificação urbana e arborização por meio de aplicativo de baixo custo. Por quê: muitas moradias sem assistência técnica geram umidade, banheiros precários e problemas de saúde; o programa beneficia famílias e o comércio local. Como: desenvolver aplicativo, formar rede de arquitetos, estudantes e instituições para elaborar e supervisionar projetos e implementar piloto de reformas de banheiros, fachadas e arborização, com parte dos recursos retornando às famílias como incentivo ao comércio local. Resultado: no primeiro ano, ao menos 100 banheiros reformados, 100 fachadas reformadas e 100 árvores plantadas, iniciando arborização urbana e impactando o comércio local.
Plataforma Distrital de Prontuário Eletrônico Integrado e Inteligência em Saúde — Sobradinho, curto prazo. Objetivo: conectar todas as unidades da rede pública do Distrito Federal em um ambiente digital único, seguro e acessível para acompanhamento integral do histórico clínico e apoio à decisão em saúde pública. Por quê: prontuários restritos à unidade dificultam acompanhamento; benefício para população e equipes técnicas, operacionais e administrativas. Como: desenvolver ou adaptar plataforma interoperável, preferencialmente produzida no DF, integrar gradualmente bases de UBS, hospitais, UPAs e laboratórios e capacitar profissionais no uso da plataforma e painéis de monitoramento. Resultados: agilidade nos atendimentos, clareza sobre saúde individual e coletiva e dados online para orientar distribuição de recursos.
Programa Resíduo Cidadão — Recanto das Emas, médio prazo. Objetivo: integrar tecnologia, educação ambiental, economia circular e participação cidadã por meio de plataforma digital georreferenciada para gestão de resíduos, incentivo à reciclagem e fortalecimento de cooperativas de catadores. Por quê: descarte inadequado é problema de saúde pública e ambiental; falta informação sobre destino dos materiais; iniciativa beneficia população e cooperativas. Como: desenvolver plataforma georreferenciada com gamificação para localizar pontos de descarte, promover letramento digital e ambiental em escolas e parques e firmar parcerias com SLU, IBRAM e cooperativas para validar rotas de coleta e fortalecer economia solidária. Resultados: aumento da reciclagem local, fortalecimento das cooperativas, educação ambiental prática e criação de banco de dados sobre descarte na região.